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Com o mercado profissional cada vez mais exigente e competitivo, o domínio de tecnologias e técnicas estabelece nos detalhes os diferenciais entre os vários candidatos a uma mesma vaga. Por isso, uma pós-graduação pode definir o acesso à vaga pleiteada por um profissional.

Quando tratamos de cargos de gestão, que implicam responsabilidades de alto nível, ser pós-graduado traz ainda mais vantagens. Neste post, vamos analisar qual a relação existente entre a pós e os cargos de gestão. Confira!

Evolução do mercado de trabalho

Até a década de 1990, era comum encontrar executivos sem graduação de nível superior ocupando cargos importantes dentro das empresas. Naquele tempo, a experiência e o conhecimento do mercado eram qualidades suficientes para conduzir os profissionais aos postos de mais responsabilidade. Então, muitas vezes, a simples obtenção de um diploma de nível superior era suficiente para qualificar o formando para o mercado de trabalho. 

Na atualidade, após passar por uma evolução acentuada (decorrida pelo desenvolvimento de novas tecnologias), esse quadro mudou. A graduação se tornou um pré-requisito essencial para os postos executivos, portanto aquele diferencial de qualificação se transferiu para os pós-graduados. 

Hoje, a pós significa um diferencial importante, pois se tornou uma formação esperada pelas empresas. Aliás, em grande parte dos processos seletivos, dificilmente aparecem candidatos que não estenderam os estudos para além da graduação.

Diante da grande número de cursos existentes e da exigência por qualificação cada vez maior, os títulos passaram a ser uma qualidade desejável, que colocam os candidatos em vantagem diante dos que não têm a mesma formação. Em outras palavras, não ser pós-graduado pode desclassificar o candidato logo no início do processo.  

Assim, por maior que seja o talento de um profissional para ocupar um posto de chefia, caso não seja pós-graduado, dificilmente ultrapassa um concorrente que tenha o título. Entre os que são pós-graduados, além de aspectos relacionados a talentos e habilidades específicas, a análise fica condicionada a valorizar os que têm mais qualificações.

O quanto é preciso estudar

Vivemos numa época em que o conhecimento se torna cada vez mais necessário, sobretudo para quem assume cargos de chefia. Afinal, além de lidar com as questões rotineiras de uma organização, o preparo para atuar sob o espírito da inovação, a capacidade de antever desvios nos processos e a percepção de novas oportunidades são essenciais para elevar o nível competitivo das empresas.

Dessa forma, não há limite para a busca de informação. Pelo contrário, quanto mais preparado o profissional estiver, melhor será sua condição para exercer funções de chefia.

Sendo assim, caso sinta-se impelido a buscar evolução na carreira, inicie uma pós-graduação — você pode fazer mais de uma, dependendo do seu desejo de conhecimento e desenvolvimento pessoal.

Os saberes da pós-graduação nos cargos de chefia

Os cursos de pós-graduação oferecem conhecimentos específicos sobre determinadas áreas. Assim, depois de se graduar e adquirir aqueles conhecimentos fundamentais para o exercício de uma profissão, na condição de pós-graduando o aluno passa a ter acesso aos saberes direcionados para o exercício de determinadas atividades no âmbito profissional.

Em outras palavras, isso significa que o pós-graduado recebe a bagagem necessária para exercer cargos de chefia que não é ofertada na graduação.

Lato sensu e stricto sensu

No Brasil, a Lei nº 9.394, de 1996, que estabelece as bases do da educação nacional, divide os estudos de pós-graduação em dois níveis. Pelo chamado lato sensu, que dá ao aluno uma especialização direcionada para o mercado de trabalho em determinado segmento, o pós-graduando deve cursar, no mínimo, 360 horas de aulas voltadas para os conhecimentos propostos pelo curso, a fim de obter uma certificação. Neste nível também estão os cursos conhecidos como Master Businesses Administration, ou MBA.

No nível stricto sensu estão os mestrados e doutorados, com duração mínima de 1.200 horas e conteúdo voltado para as atividades acadêmicas de pesquisa e docência.

Devo fazer mestrado ou doutorado?

Como vimos, não é necessário estabelecer limites para os estudos. Contudo, você deve compreender qual será a real utilidade que eles terão na sua carreira profissional. Assim, é possível direcionar os investimentos de tempo e de dinheiro para a pós que vai te proporcionar melhor evolução profissional e a máxima capacidade de atuação no tão sonhado cargo.

Portanto, ainda que os cursos de mestrado e de doutorado sejam sempre bem-vistos e que ofereçam saberes de excelência reconhecida, de acordo com a carreira profissional projetada, um ou mais cursos de pós-graduação lato sensu podem proporcionar maior proveito para a evolução do profissional dentro de uma empresa ou mesmo para a obtenção de melhores cargos de gestão em outras organizações.

O que considerar na hora de escolher o curso de pós-graduação?

Antes de tudo, é preciso fazer um planejamento profissional, que vai servir como referência para o planejamento dos estudos. Se a intenção é ocupar um cargo de chefia em uma organização, os cursos de MBA oferecem conhecimentos necessários para assumir estas funções.

Contudo, em momentos futuros, quando novos passos precisam ser dados, vale a pena continuar a preparação buscando cursos específicos, que permitam que o executivo se alinhe às funções que exerce em dado momento e que desenvolva novas habilidades. Assim, é possível concorrer para ocupar postos de níveis cada vez mais elevados.

Com esta predefinição estabelecida, é chegada a hora de analisar as disciplinas que o curso oferece — que podem ser encontradas na ementa do curso que a instituição de ensino disponibiliza. Em algumas situações, os cursos presenciais são os mais oportunos, enquanto em outras a educação a distância (EAD) é mais conveniente.

Outra questão importante que precisa ser considerada é a qualidade da instituição de ensino que oferece os cursos, sejam eles presenciais ou EAD. Esse aspecto é importantíssimo, uma vez que não basta ao profissional a certificação — o exercício das funções de chefia é que vai, de fato, atestar se ele realmente tem a capacidade para assumir as responsabilidades que lhe foram atribuídas.

Portanto, se ele cursar um curso de baixa qualidade, ainda que consiga um cargo de gestão, possivelmente não vai conseguir se manter nele por muito tempo e, muito menos, evoluir na profissão.

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